quarta-feira, 3 de junho de 2009

Sonhos e trajetórias interrompidas. O que fazer?

Às 23 horas do dia 31 de maio a vida de 228 pessoas foi interrompida. Essas pessoas simplesmente sumiram depois da queda do avião em que viajavam. O pior é que não são “só” 228 mortes! São projetos de vida destruídos, encontros que não irão mais acontecer, famílias abaladas, tudo isso em questão de segundos. No momento em que essa catástrofe aconteceu milhares de aviões voavam em todo o mundo. De tempo em tempo ouvimos no noticiário a queda de algum. Os erros que causaram o acidente serão corrigidos pelas empresas para que não causem outros. Mas, o que questiono aqui não é a segurança de uma viagem de avião, afinal, acidentes nas estradas também acontecem, e em número infinitamente maior! Quero dizer que isso nos faz pensar na incerteza da vida. Algumas pessoas talvez achem que os acidentes poderiam diminuir se arriscassem ou se expusessem menos. No caso dos aviões, isso significaria viajar menos. Mas vamos pensar por outro lado: se não arriscássemos não conseguiríamos explorar, ter experiências, viver! Os erros fazem as empresas consertarem, observarem melhor seus aviões, evitarem novas catástrofes. Os nossos erros, equívocos, nos fazem traçar melhor nossos caminhos, evoluir como pessoas. Arriscar não significa viver sem cautela, significa simplesmente viver mais momentos, abrir mais possibilidades de ser feliz! O que fazer, viver mais, desfrutar mais? Ou se recolher, se expor menos, porém, ter menos momentos felizes? Cabe a você descobrir qual é o melhor caminho.